Para refletir...

O texto original eu não me lembro, mas é mais ou menos assim:

Em uma sociedade completamente doente como a nossa e que estabelece seus próprios conceitos de saúde, não tenho muita chance, só posso me considerar um doente.



Escrito por Fernando Fernandes às 01:12:23
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INTROSPECÇÃO

Convicção Insana e Temporária

(mas autenticamente humana!)

Nesse Ringue Existencial
quero me permitir sair ferido somente
pelos meus loucos amigos.
Os inimigos, os quais desconheço, não tenho dúvidas:
os alimentarei com os próprios frutos que me ofertarem
e os conduzirei com minha ira e meu ódio
ao abismo do meu desprezo!
Fernando Fernandes
(Vomitada em 12/03/2010)

(Fonte: http://fernandoprovocador.blogspot.com/)

 



Escrito por Fernando Fernandes às 01:54:14
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Projeto integrado de vídeo, teatro, performance, poesia, execução musical e composição eletroacústica.

Produção:

Caio César Loures - Fernando Tadeu Fernandes

(Setembro de 2006)



Escrito por Fernando Fernandes às 01:51:53
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A Anarquia é contra religiões?

Colaborando com uma

tentativa de resposta-reflexão...

Bem, depois de muito relutar em responder a pergunta, pois é complicado tentar explicar e entender pessoas que se auto-denominam anarquistas (mais coerente seria "livres pensadores"), mas que ao mesmo tempo acreditam em deuses, hoje estou decidido responder uma questão que há muito me foi feita num bar de Magé.

Será bom que fique claro, sem falsa modéstia, que não sou nenhum sábio ou especialista em Anarquia, ou coisa alguma. Sou apenas um simples experimentador e provocador ao estímulo de um possível pensar livremente, que por conseqüência e coerência passei a admirar, tentar compreender e aplicar no meu cotidiano o que entendo como uma tese possível de aplicação para a melhoria da qualidade de vida humana (principalmente da minha): o Livre Pensar e a Anarquia.
Então... a principio, entendo que, na sua essência, a proposta da anarquia é não ser “contra nada”, só que em algumas questões poderá e deverá se opor ou se tornar o contra-ponto, mas jamais se impor. Apenas deverá SUGERIR, coletivamente, algumas alternativas viáveis para os mais variados entendimentos ou desentendimentos, mas que, na verdade, serão apenas outras possibilidades, pois a decisão em aceitá-las de maneira experimental e prática caberá unicamente ao indivíduo - aceitando experimentar seu infinito horizonte de incertezas ou apenas rejeitando, por vários motivos individuais, ou mesmo por puro condicionamento e falta daquilo que mais estamos acostumados: algo seguro, com início, meio e fim (concreto, mensurável e explicável). Ou seja, nada melhor do que um pai/deus forte, protetor, provedor e que de tudo entende. Basta ser obediente as exigências de suas ordens/regras/lógica, seguindo seus passos e descansando em seus braços fortes, para ser aplaudido, enaltecido e premiado. Certo!?
Pois é... esse entendimento pra mim soa “antinatural” e limitante. Prefiro a expressão antinatural, pois não gosto de dizer “errado” - expressão que pressupõe resumir a vida em uma ditadura de dois grupos: os certos (bons/do bem - deus) e errados (maus/do mal - diabo). Percebo que somos essencial e naturalmente corajosos e fortes quando diante de algo que nos desperta a curiosidade, quase não tememos e quase sempre desobedecemos ordens/regras. Por isso acredito que esse paternalismo (ou outras formas de “ismos”), nunca terá a chance de produzir elementos saudáveis, livres, compreensíveis, auto-sustentáveis/reguláveis. Pelo contrário, serão “neurotizados” (robotizados), dependentes em vários níveis, intolerantes e que precisarão da energia alheia para sobreviver.

Contudo, acredito que, antes de reagir, criticar, justificar ou apenas rejeitar por diversas razões humanas conhecidas ou desconhecidas, o que é ou deixa de ser, se é contra ou a favor, se alguém está certo ou errado, devemos nos deter em outra questão bastante pessoal, a meu ver: estamos expondo sincera e coerentemente nossas inquietudes e opiniões individuais sobre o que apreendemos de nossas próprias pesquisas-experiências e ao que nos propomos como exercício de nosso “livre arbítrio” (aqui com todas as conotações e conceitos possíveis que queiram atribuir) ou apenas repetindo o conhecimento acumulado de forma mecânica e improdutiva?
Também não estou afirmando que adquirir conhecimento/informação é algo ruim, pelo contrário, é válido e às vezes essencial, apenas quero dizer que de nada adiantará só acumular, pois o conhecimento precisará ser administrado de maneira consciente/crítica e prática. Do contrário poderemos nos tornar presas fáceis dos que se intitulam formadores de opiniões (
no meu entender, sofistas da modernidade!), que sempre nos deixam apenas com a opção de escolher e defender (muitas vezes como papagaios) as teses mais bem elaboradas e apresentadas repetidamente. Geralmente escolhidas por um "Seleto Grupo que Sabe o que é o Melhor para Todos.
Por essas, e muitas outras razões, creio que devemos nos questionar profunda e construtivamente ao invés de só criar polêmica pela polêmica (o contrário da troca de idéias/experiências e do debate saudável em busca de algum entendimento), pois o resultado de uma aplicação prática (a atitude) de algum conhecimento, dentre vários, pode ser o fortalecimento do argumento sincero, que é o conhecimento de causa – a certeza do resultado da experiência permitida/vivida, a conscientização. O que para muitos poderá ser entendido, ou mal entendido, como arrogância, prepotência, superioridade, etc.
Diante de tudo isso, penso que precisamos fazer a pergunta principal a nós mesmos, mas sem pré-conceitos e com a mais profunda sinceridade. Independente do resultado alcançado sairemos lucrando pelo simples fato de estimular os nossos mecanismos cerebrais. E assim, talvez, poderemos ter como auto-resposta a oportunidade de desenvolver um novo entendimento sobre a questão. Ou mesmo apreciá-la por outros ângulos:

a) Preciso mesmo acreditar em alguma religião?

b) A religião é mesmo necessária pra minha existência/evolução?

c) A religião/teologia me dá provas da existência de algum deus?

d) Preciso de alguma prova dessa existência para ter fé?

e) Eu conseguiria viver sem religião e mesmo assim continuar acreditando em um deus?

f) Conseguiria continuar exercitando minhas qualidades/aspectos positivos por livre iniciativa e responsabilidade, e não por obediência a uma religião, doutrina, deus ou premiação divina?

g) De fato, o que mudaria em minha vida se abandonasse esse padrão cultural condicionante?

Etc., etc., etc...

Enfim, para encerrar, gostaria que se fizessem outra pergunta: que importância ou mudança significativa de fato aconteceria em sua vida saber se os livres pensadores, anarquistas, ou qualquer um que seja, acreditam ou não em deuses ou seriam ou não contra as religiões?
Com toda sinceridade e franqueza, garanto que, como livre pensador ou anarquista, não estou nem um pouco preocupado com o que pensam sobre eu acreditar ou não em deuses ou religiões. Até porque, mesmo que existisse de forma concreta, o único “prejudicado” seria eu e mais ninguém. Prefiro valorizar o compartilhar, o colaborar, o possível... Como você conduz a sua existência e em que pensa ou acredita é problema único seu e nunca irá afetar a minha diretamente; mas, com toda a certeza, afetará a sua.
Os acontecimentos diários durante toda nossa existência são resultados de nossas escolhas, acertadas ou não. O importante é exercitar a possibilidade de nos tornarmos conscientes e responsáveis pelas conseqüências boas e ruins dessas escolhas, até elas perderem seu valor. Para deixarmos de transferir para o outro a responsabilidade de nos tornar felizes.
Até porque costumo brincar ironizando: partindo da idéia/princípio da existência de algum deus que tudo criou, tudo sabe e controla, porque alguém haveria de se atrever a me julgar por não acreditar nele. O próprio já me criou assim por algum objetivo divino que eu e você, simples mortais e “pecadores”, jamais conseguiremos compreender. Especulando, eu sugeriria: quem sabe não seja para que você possa se sentir superior a mim por acreditar nele e depois descobrir que não devemos impor nossa maneira de administrar nossa existência a ninguém. Aí descobriremos as armadilhas do ego e começaríamos a crescer de fato.

"O homem é um animal religioso. É o único animal religioso. É o único animal que tem a 'Religião Verdadeira'... várias delas. É o único animal que ama o seu próximo como a sí mesmo e lhe corta a garganta se sua teologia não é a correta." - Mark Twain



Escrito por Fernando Fernandes às 04:12:28
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PARA REFLETIR E AGIR COERENTEMENTE!

Mahatma Gandhi em sua simplicidade e frágil condição humana já havia nos dado ótimas dicas, mas o que fizemos até agora??? Reflitam...
 "A desobediência civil é um direito intrínseco do cidadão. Não ouse renunciar, se não quer deixar de ser homem. A desobediência civil nunca é seguida pela anarquia. Só a desobediência criminal com a força. Reprimir a desobediência civil é tentar encarcerar a consciência."
 "Seja a mudança que você deseja ver no mundo."
 "A única revolução possível é dentro de nós.
 "Só quando se vêem os próprios erros através de uma lente de aumento, e se faz exatamente o contrário com os erros dos outros, é que se pode chegar à justa avaliação de uns e de outros.
 "O mundo não é totalmente governado pela lógica: a própria vida envolve certa espécie de violência, e a nós nos compete escolher o caminho da violência menor.
 "Odeio o privilégio e o monopólio. Para mim, tudo o que não pode ser dividido com as multidões é 'tabu'."
PENSEM A RESPEITO, mas relutem para não ficar só no pensamento, PRATIQUEM!!!



Escrito por Fernando Fernandes às 14:11:50
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POEMOESIA

VOU INDO...

RINDO...

SÓ INDO!!!

Vivo por tesão e paixão,
      ... pelo simples prazer do existir.
            Vivo com intensidade insana,
                 ... com apegos e arrependimentos.
                         Vivo com medos e coragem,
                             ... com ignorância e sabedoria.
                                        Vivo nos paradoxos da minha ambigüidade.
                                        ... metade em mim, metade em todos.
                                                     Vivo o dia-a-dia das incertezas,
                                                   ... na certeza de outro dia.
                                                                  Vivo dormindo e acordando,
                                                              ... comendo e cagando.
                                                                  Vivo como quero e aprendi,
                                                              ... sonhando, conquistando e desistindo.
                                                     Vivo na curiosidade do "me conhecer",
                                                   ... observando meu reflexo em todos.
                                        Vivo em direção ao nada,
                                        ... na certeza de um tudo.
                         Vivo em dúvidas que me empurram,
                            ... mergulhando e reescalando meus abismos.
            Vivo errando e acertando,
                 ... correndo e parando.
Vivo sem rumo seguindo a aflição
       ... construindo um caminho sem chegada.
                          Vivo só e acompanhado,
                             ... nos porões de mim mesmo.
             Vivo rindo e chorando,
                  ... feliz por ainda achar que sou eu mesmo.
Vivo apoiando e derrubando,
       ... apoiado e traído.
             Vivo construindo e "desconstruindo",
                  ... o quem sou agora, aprendendo no quem fui antes.
                           Vivo pensando e sentindo,
                              ... com o que me restou do que me tornei, com a possibilidade do que serei.
                                      Vivo no dia e na noite,
                                         ... morrendo a cada instante.
                                                    Vivo pela vida, convivendo com a morte,
                                                    ... juntando meus pedaços.
                                                              Vivo com o possível e o impossível.
                                                               ... com o real e o imaginado.

Mas jamais viverei de acordo com as certezas cristalizadas

dos "Mortos Vivos" impostas aos

"Voluntários Suicidas".

Fernando Fernandes

Saudações!!!



Escrito por Fernando Fernandes às 17:50:39
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BANDA MADAME RAVEL - MAGÉ - RJ.

Essa galera promete!!!

E fiquem sabendo que não é um clipe, é apenas um vídeo-demo para já se ter uma idéia do trabalho deles. Curtam a parada... a música é a "Sobrevivente Green".




Escrito por Fernando Fernandes às 16:10:27
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(Texto extraído do site Boletim "Ação Direta" - http://www.geocities.com/CapitolHill/Lobby/5470/)

Educação Anárquica

Não fiquem pensando no amanhã, se não sabem se ainda estarão vivos nesse dia. Tenho horror dessas educações que preparam para a vida. O preparar para a vida parece profetizar que ela só vai começar daqui a dez ou vinte anos quando terminar a faculdade.
A vida é hoje. Hoje é o momento de alegria. A felicidade tem de ser hoje.
Se a escola não for um lugar de alegria e felicidade, ela merece ser destruída, porque a coisa mais importante, a única que vale a pena nesta vida é a felicidade. A educação, portanto, deve ser também voltada para ela. (MARTINS, Neda Lian Branco. Em Busca da Escola Ideal. Edt. Escuta. Pag 22)



Escrito por Fernando Fernandes às 00:12:41
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(Extraído do site http://www.contrac.hpg.ig.com.br/a_anarquismo.htm)

Da Contra-cultura à loucura

Não é de hoje que ouvimos falar em termos como "alternativo", "underground", "contracultura", mas será que nós sabemos realmente o que estes termos significam? Quando eu menciono nós estou propositadamente incluindo aqueles próprios que se dizem alternativos, undergrounds ou contraculturais. Somos "eles" realmente o que dizem(os), ou estamos caindo na velha retórica ideológica? A partir de onde deixamos de ser "rebeldes sem causas" e passamos a ser verdadeiramente alternativos, ou melhor. É possível que sejamos realmente alternativos?

Vejamos, para entendermos isso é necessário que saibamos primeiro o que é alternativo, o que é contracultura. Numa primeira análise parece óbvio - contracultura é o que vai de encontro a cultura, mas que cultura é essa? A nossa sociedade é, está e sempre foi edificada em uma interpretação da realidade, o que isso implica? As instituições sociais, não estou aqui me referindo aos prédios e organizações governamentais, mas entenda-se como as convenções da ordem das crenças, das "opiniões" , das "verdades" e valores de nossa sociedade. Ora, desde que nascemos nós somos envoltos involuntariamente nessa "construção" ; por exemplo, quando uma criança nasce do sexo masculino suas roupinhas serão azuis, se mulher serão cor-de-rosa, tudo isso graças a uma convenção da nossa sociedade. Isso é apenas um pequeno exemplo do que vem a ser esse todo complexo formado pelas relações entre nós, seres da espécie humana.

Então, a sociedade, desde sua constituição, cria suas convenções às quais estamos sujeitos desde o nosso nascimento (ou até antes, como defende Freud) até a nossa morte, mas ao longo de nossa existência em sociedade essa própria "ordem" nos possibilita, através de maneiras de pensamento e reflexão (a ciência ou a filosofia, por exemplo), questionar esse conjunto de valores impostos a todos os seres humanos, a partir desse questionamento o indivíduo passa a por em prova a validade dessas instituições, dessas convenções criadas por nós mesmos. Por exemplo, se perguntarmos a opinião de alguém de uma cidadezinha do interior (que cultiva suas crenças e costumes) sobre o sexo antes do casamento certamente esse alguém vai ser contra, devido exatamente às suas crenças e costumes (instituições da ordem social). Mas se um jovem dessa mesma cidade se manifestar a favor e afirmar que não há problema na prática do sexo antes do casamento, certamente será repreendido, mas esse jovem, muito provavelmente, teve acesso à uma gama de informações diferentes, que tornou possível a sua relativização do assunto. Ora, esse jovem será repreendido por que ele não cumpriu as expectativas dos valores de sua sociedade, logo será tido como diferente.

Quando, nós, em sã consciência (ou não) questionamos os moldes determinados pela nossa sociedade, quando vamos de encontro à essa rede de convenções e instituições impostas pela sociedade e tentamos modificá-las de algum modo, quando tentamos "sair" dessa rede, estamos tomando uma atitude contracultural.

É preciso estarmos cientes do que somos e fazemos, não estou aqui dizendo que "dentro" da contracultura estaremos "fora" dessa rede de convenções, pois é impossível que isso aconteça totalmente, os que o fazem são considerados loucos e incapazes do convívio em sociedade. O que, em minha opinião, deve-se constituir como nosso dever dentro dessa esfera contracultural, é a busca de tornar o nosso nível de consciência da existência dessa "ordem" maior e tentarmos não tornar essa rede de convenções uma verdade suprema da nossa existência. Procurar dentro (e fora) das nossas possibilidades fazer com que essa máscara de considerações seja relativizada e que os padrões sejam postos em questão. Sugiro e sustento que todos nós, indivíduos pensantes da raça humana, sejamos loucos por alguns momentos e consigamos "sair" dessa rede que nos prende e conseguir ver de fora a "normalidade" do mundo em que vivemos. Cyro Linz



Escrito por Fernando Fernandes às 23:59:14
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"SER OU NÃO SER..."

Fernando Fernandes

(em 22/02/2007)

"Os PESSIMISTAS não arriscam, acreditam que perderão o controle e algo sairá errado. Perdem assim ótimas oportunidades.

Os OTIMISTAS continuam tentando e arriscando mesmo diante da evidente necessidade de mudança, mantendo assim antigos padrões. E as vezes perdem maravilhosas oportunidades.

Os REALISTAS fazem e continuam realizando indiferentes aos fracassos das tentativas, pois sempre caminham juntos com as oportunidades e quando elas não surgem... as criam."



Escrito por Fernando Fernandes às 14:20:40
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FANTÁSTICO!!!

"Todo o bem que eu puder fazer, toda a ternura que eu puder demonstrar a qualquer ser humano, que eu os faça agora, que não os adie ou esqueça, pois não passarei duas vezes pelo mesmo caminho."

(James Green)



Escrito por Fernando Fernandes às 23:52:09
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TRILHA DO PÃO DE AÇÚCAR

 



Escrito por Fernando Fernandes às 21:06:53
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SEJA CORAJOSO!!!


Acesse esses links e tente aprender a ser mais responsável pela sua própria vida e destino (se é que ele existe), tente aprender a ser responsável por suas ações e escolhas, para assim culpar menos as pessoas e ser menos vítima das circunstâncias.
Você é seu único e maior inimigo. Cuidado com você! pois nem oculto você é...



Não deixe de acessar e assistir esses vídeos. Seja corajoso!


mms://trilogiaanalitica.windowsmedia.com.br/Stop81English.wmv


mms://trilogiaanalitica.windowsmedia.com.br/STOP015.wmv



Agora acesse também o site da Associação Stop a Destruição do Mundo: http://www.stop.org.br/index.html


e leia a base de sua filosofia (mais prática não existe ainda): http://www.trilogiaanalitica.org



SEJA CORAJOSO E ENFRENTE SEU MAIOR DESAFIO:


CONHEÇA A TI MESMO!


A humanidade agradece...



Escrito por Fernando Fernandes às 21:02:32
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SER FELIZ!

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

Fernando Pessoa



Escrito por Fernando Fernandes às 23:41:03
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"É bom quando nossa consciência sofre grandes ferimentos, pois isso a torna mais sensível a cada estímulo. Penso que devemos ler apenas livros que nos ferem, que nos afligem. Se o livro que estamos lendo não nos desperta como um soco no crânio, por que perder tempo lendo-o? Para que ele nos torne felizes, como você diz? Oh Deus, nós seríamos felizes do mesmo modo se esses livros não existissem. Livros que nos fazem felizes poderíamos escrever nós mesmos num piscar de olhos. Precisamos de livros que nos atinjam como a mais dolorosa desventura, que nos assolem profundamente – como a morte de alguém que amávamos mais do que a nós mesmos –, que nos façam sentir que fomos banidos para o ermo, para longe de qualquer presença humana – como um suicídio. Um livro deve ser um machado para o mar congelado que há dentro de nós." Franz Kafka

Escrito por Fernando Fernandes às 17:32:14
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"Não sou um ateu total, todos os dias tento encontrar um sinal de Deus, mas infelizmente não o encontro." José Saramago



Escrito por Fernando Fernandes às 17:15:51
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"Os teólogos dizem: isso são mistérios insondáveis. Ao que respondemos: são absurdidades imaginadas por vós próprios. Começais por inventar o absurdo, depois fazei-nos dele a imposição como mistério divino, insondável e tanto mais profundo quando mais absurdo. É sempre o mesmo procedimento: credo quia absurdum [creio porque é absurdo]." Bakunin



Escrito por Fernando Fernandes às 17:14:25
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"Quando a gente pensa que já tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas"

Luis Fernando Veríssimo



Escrito por Fernando Fernandes às 12:59:48
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PENSAMENTO PARA O MÊS

"Como dois e dois são quatro,

tenho a certeza de que viver a vida vale a pena.

Embora o pão seja caro e a liberdade pequena."

Ferreira Goulart



Escrito por Fernando Fernandes às 12:16:59
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Poema Livre

Metamorfose

Existência, desistência, resistência...

Pensamentos, momentos, raciocínios...

Confusões, reflexões, conclusões...

 

Sentindo a dor de minha existência,

O conflito da desistência

    E a força da resistência...

 

Enlouqueço com os pensamentos,

Me eternizo nos momentos

E me perco em raciocínios.

 

Me atraco com as confusões,

Me acalmo nas reflexões

E caminho com minhas conclusões.

 

Assim vou escrevendo minha história,

Mas chega a hora...

Inadiável, intransferível...

 Rompo então o casulo e vôo na eternidade do desconhecido.

E assim sobrevivo!



Escrito por Fernando Fernandes às 12:42:09
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"REFLEXÃO DA SEMANA"

Autor: Voltaire, iluminista

Buscar na Web "Voltaire, iluminista"

Quando: 1694-1778

"Posso não concordar com nenhuma palavra que você diz, mas estou disposto a morrer pelo direito de você dize-la... (da frase original: 'Senhor, sou contra tudo o que vossa senhoria disse, mas defenderei até a morte o seu direito de dize-la')" - VOLTAIRE, iluminista



Categoria: Citação
Escrito por Fernando Fernandes às 02:36:27
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Boicote ao MC Donald’s

1) O Mac Donald's possui grandes extensões de terras cultiváveis em países pobres da América Latina (inclusive no Brasil), onde a desnutrição atinge milhões de pessoas. A maior parte de suas colheitas serve de "refeição" para o gado bovino que, posteriormente se transforma em hambúrgueres aqui e nos países desenvolvidos. Desta maneira, a energia que se poderia obter de produtos como os cereais, é subtraída da população local e utilizada para produzir produtos elaborados (como os hambúrgueres) para consumidores do 1º Mundo. Algo em torno de 145 milhões de toneladas de cereais dadas ao gado, produzem apenas 21 milhões de toneladas de carne e produtos elaborados.

2) As importantes florestas do mundo são destruídas em ritmo acelerado por empresas como o Mac Donald's, para o plantio de pastagens. Na Amazônia existem mais de 100 mil cabeças de gado que necessitam, a cada ano, de mais 120 mil hectares de área de pasto, para prover o cardápio da cadeia fast-food.

3) O cardápio do Mac Donald's é baseado, principalmente, na carne. Uma pesquisa sobre o estado dos animais utilizados para a corte criticou cada um dos aspectos do processo, desde o transporte até o abate. Os animais no abate são aturdidos quase sempre de maneira pouco eficaz, fazendo com que estes sejam degolados ainda plenamente conscientes.

4) A comida do Mac Donald's não é saudável devido ao seu alto conteúdo de gordura animal, açúcar, sais e aditivos químicos. Contribui também para a obesidade pois, a seu alto conteúdo de gordura, soma-se ainda que a pouca quantidade oferecida induz a pessoa a comer muito, causando intoxicações imperceptíveis a curto prazo.

5) As condições de trabalho dos empregados do Mac Donald's são péssimas os salários são baixos, a organização dos trabalhadores é inexistente, a rotatividade é enorme, a competição entre os trabalhadores é incentivada e o trabalho, em si, é muito desagradável. A maior parte dos trabalhadores tem idade inferior a 21 anos.

6) E o desperdício de comida é outro sério problema... se em 15 minutos ninguém compra a comida é tudo jogado fora! Mas você pensa: ah! mas eles não iriam vender comida estragada! a comida devia ser feita na hora! a comida pode atrasar...mas...nós mataremos animais a toa? pense bem!!! ajude-nos nesta campanha.

BOICOTE O MC DONALD’S!



Escrito por Fernando Fernandes às 02:25:45
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Algumas pérolas de Mikhail A. Bakunin, anarquista russo:
1) "Todas las religiones, con sus dioses, semidioses, profetas, mesías y santos son el producto del capricho y la credulidad del hombre quien no ha alcanzado todavía el desarrollo total y la personalidad completa de sus poderes intelectuales. (Todas as religiões, com seu deus, semideuses, profetas, messias e santos são os produtos dos caprichos e as credulidades dos homens que não alcançaram ainda os desenvolvimentos totais e as personalidades completas de seus poderes intelectuais)".
2) "Me atrevo a cambiar la frase de Voltaire para decir que, preferiblemente, si Dios realmente existiera, sería necesario abolirlo. (Ouso mudar a frase de Voltaire dizendo, preferivelmente, se deus realmente existisse, seria necessário aboli-lo)".
3) "El cristianismo es la negación total del sentido común y la razón. (O cristianismo é a negação total do bom senso e da razão)".
4) "La teología es la ciencia de la mentira divina. (A teologia é a ciência da mentira divina)".
5) "La religión es demencia colectiva. (A religião é demência coletiva)".


Escrito por Fernando Fernandes às 12:58:22
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"Final de Ano... e espero de tudo!"

Autor: Gene Roddenberry

Buscar na Web "Gene Roddenberry"

"Debemos cuestionar la lógica del argumento de tener un dios omnisapiente y todopoderoso que crea humanos defectuosos y luego los culpa por sus propios errores." (Devemos questionar a lógica do argumento de termos um deus onisciente e onipotente/'todo poderoso' que cria humanos defeituosos e em seguida os culpa por seus próprios erros) - Gene Roddenberry



Categoria: Citação
Escrito por Fernando Fernandes às 12:23:02
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"O homem é um animal religioso. É o único animal religioso. É o único animal que tem a 'Religião Verdadeira'... várias delas. É o único animal que ama o seu próximo como a sí mesmo e lhe corta a garganta se sua teologia não é a correta." - Mark Twain

Escrito por Fernando Fernandes às 19:42:16
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ATUALIDADE

(Extraído do site http://www.contrac.hpg.ig.com.br/a_anarquismo.htm)

Grupo anarquista de Natal

Em Natal existe o Grupo Afim (o nome tem haver com o conceito de afinidade de idéias, pois não existe um pré-requisito formulado para se fazer parte do grupo). É formado em sua maioria por universitários, e é um grupo libertário (sem tendências específicas).

O grupo Afim promove mesas redondas relacionadas ao anarquismo, levando temas como Tecnologias alternativas ou Cultura libertária x Cultura hegemônica. Lançou um livro recentemente cujo título é: Terra Livre, Compilação comemorativa do III encontro de cultura libertária de Natal. Esse livro reúne textos e panfletos anarquistas que circularam aqui.

Existe uma carência de informações relacionada ao anarquismo e sua atuação aqui em Natal, devido à nunca ter sido feito um levantamento mais preciso, visando o lado histórico; mas nos anos 80 já existia o movimento anarco-punk, e é o mais ativo até hoje.

Por Luciano Dantas



Escrito por Fernando Fernandes às 03:14:54
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(extraído do site http://www.anarkopagina.org/Intro-An.htm)

Os Anarquistas São Contra o Caos

Quando você ouve falar dos anarquistas, você logo é conduzido a acreditar que nós somos bombardeiros furiosos. Qualquer grupo que solta uma bomba é imediatamente chamado 'anarquista', não importando se eles são nacionalistas, socialistas ou fascistas. O mito criado é que nós acreditamos na violência por causa disso. O outro mito é aquele em que o anarquismo é caos, e é usado por políticos, governos e na mídia que diz: se não houver nenhum governo, haverá caos. Mas sempre que você procura saber sobre a sociedade de hoje logo vem à conclusão que talvez nós já estejamos vivendo um caos. Milhares de pessoas estão morrendo de fome ao redor do mundo, contudo, milhões de dólares são diariamente gastos em usinas nucleares que têm o potencial de destruir nós e todo o mundo afora.

Você poderia perguntar por que isto é assim? Nós dizemos que há uma grande razão - LUCRO! No momento nós vivemos numa sociedade na qual há duas classes principais - os ricos e os trabalhadores. Os ricos possuem as fábricas, bancos, fazem compras, etc. Os Trabalhadores não.Tudo que eles têm é o suor que usam para ganhar sua vida. São compelidos aos trabalhadores a vender o seu suor aos ricos por um salário. O patrão está interessado em usurpar com muito trabalho do trabalhador para que com pouco empreendimento seja possível poder manter altos lucros. Assim, quanto mais trabalham, menos ganham e mais os patrões enriquecem. Os interesses deles estão em total oposição um ao outro.

A produção não está baseado nas necessidades das pessoas. Produção é para lucro. Então, embora haja muita comida no mundo para alimentar todos, as pessoas passam fome porque os lucros vêm primeiro. Este é capitalismo!

Escrito por Fernando Fernandes às 03:13:06
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(Texto extraído do site Boletim "Ação Direta" - http://www.geocities.com/CapitolHill/Lobby/5470/)

Educação Anarquista

Não fiquem pensando no amanhã, se não sabem se ainda estarão vivos nesse dia. Tenho horror dessas educações que preparam para a vida. O preparar para a vida parece profetizar que ela só vai começar daqui a dez ou vinte anos quando terminar a faculdade.
A vida é hoje. Hoje é o momento de alegria. A felicidade tem de ser hoje.
Se a escola não for um lugar de alegria e felicidade, ela merece ser destruída, porque a coisa mais importante, a única que vale a pena nesta vida é a felicidade. A educação, portanto, deve ser também voltada para ela. (MARTINS, Neda Lian Branco. Em Busca da Escola Ideal. Edt. Escuta. Pag 22)


Escrito por Fernando Fernandes às 03:12:08
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(Extraído do site http://www.contrac.hpg.ig.com.br/a_anarquismo.htm)

Da Contra-cultura à loucura

Não é de hoje que ouvimos falar em termos como "alternativo", "underground", "contracultura", mas será que nós sabemos realmente o que estes termos significam? Quando eu menciono nós estou propositadamente incluindo aqueles próprios que se dizem alternativos, undergrounds ou contraculturais. Somos "eles" realmente o que dizem(os), ou estamos caindo na velha retórica ideológica? A partir de onde deixamos de ser "rebeldes sem causas" e passamos a ser verdadeiramente alternativos, ou melhor. É possível que sejamos realmente alternativos?

Vejamos, para entendermos isso é necessário que saibamos primeiro o que é alternativo, o que é contracultura. Numa primeira análise parece óbvio - contracultura é o que vai de encontro a cultura, mas que cultura é essa? A nossa sociedade é, está e sempre foi edificada em uma interpretação da realidade, o que isso implica? As instituições sociais, não estou aqui me referindo aos prédios e organizações governamentais, mas entenda-se como as convenções da ordem das crenças, das "opiniões" , das "verdades" e valores de nossa sociedade. Ora, desde que nascemos nós somos envoltos involuntariamente nessa "construção" ; por exemplo, quando uma criança nasce do sexo masculino suas roupinhas serão azuis, se mulher serão cor-de-rosa, tudo isso graças a uma convenção da nossa sociedade. Isso é apenas um pequeno exemplo do que vem a ser esse todo complexo formado pelas relações entre nós, seres da espécie humana.

Então, a sociedade, desde sua constituição, cria suas convenções às quais estamos sujeitos desde o nosso nascimento (ou até antes, como defende Freud) até a nossa morte, mas ao longo de nossa existência em sociedade essa própria "ordem" nos possibilita, através de maneiras de pensamento e reflexão (a ciência ou a filosofia, por exemplo), questionar esse conjunto de valores impostos a todos os seres humanos, a partir desse questionamento o indivíduo passa a por em prova a validade dessas instituições, dessas convenções criadas por nós mesmos. Por exemplo, se perguntarmos a opinião de alguém de uma cidadezinha do interior (que cultiva suas crenças e costumes) sobre o sexo antes do casamento certamente esse alguém vai ser contra, devido exatamente às suas crenças e costumes (instituições da ordem social). Mas se um jovem dessa mesma cidade se manifestar a favor e afirmar que não há problema na prática do sexo antes do casamento, certamente será repreendido, mas esse jovem, muito provavelmente, teve acesso à uma gama de informações diferentes, que tornou possível a sua relativização do assunto. Ora, esse jovem será repreendido por que ele não cumpriu as expectativas dos valores de sua sociedade, logo será tido como diferente.

Quando, nós, em sã consciência (ou não) questionamos os moldes determinados pela nossa sociedade, quando vamos de encontro à essa rede de convenções e instituições impostas pela sociedade e tentamos modificá-las de algum modo, quando tentamos "sair" dessa rede, estamos tomando uma atitude contracultural.

É preciso estarmos cientes do que somos e fazemos, não estou aqui dizendo que "dentro" da contracultura estaremos "fora" dessa rede de convenções, pois é impossível que isso aconteça totalmente, os que o fazem são considerados loucos e incapazes do convívio em sociedade. O que, em minha opinião, deve-se constituir como nosso dever dentro dessa esfera contracultural, é a busca de tornar o nosso nível de consciência da existência dessa "ordem" maior e tentarmos não tornar essa rede de convenções uma verdade suprema da nossa existência. Procurar dentro (e fora) das nossas possibilidades fazer com que essa máscara de considerações seja relativizada e que os padrões sejam postos em questão. Sugiro e sustento que todos nós, indivíduos pensantes da raça humana, sejamos loucos por alguns momentos e consigamos "sair" dessa rede que nos prende e conseguir ver de fora a "normalidade" do mundo em que vivemos.

Cyro Linz



Escrito por Fernando Fernandes às 03:10:59
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ANARQUISMO

(Extraído do site http://www.contrac.hpg.ig.com.br/a_anarquismo.htm)

ASCENSÃO LIBERTÁRIA

É mais que notável a onda crescente de adesão e utilização de princípios Libertários no planeta. Numa nova era onde os Partidos Políticos já perderam a credibilidade e a população sente a necessidade de organizar-se para uma luta político-socio-econômica-cultural sistemática contra o globalizado Capital, os princípios Libertários são os que se encaixam mais com a nossa atual realidade e aspirações. Basta observar as recentes manifestações em Seatle, Praga, Québec, Gênova e também aqui no Brasil, como aconteceu no A20 de 2001; e as inúmeras ONGs, cooperativas, federações e associações que vão surgindo, utilizando-se da organização descentralizada, sem hierarquias, da autonomia e Autogestão Libertárias.

Enquanto a esquerda oficial organiza-se para arrecadação de votos e/ou tentar "converter" e manipular o povo e reformar o Estado, nós, Libertários em geral, através da luta sincera e societária, propondo a participação de todos e reconhecendo o potencial de cada um, estamos criando novas formas, criando novas idéias, novas saídas, para uma nova sociedade organizada de tal modo que todos sejam realmente livres, onde as relações interpessoais sejam mais estreitas, onde as relações e práticas sejam orientadas pelo bom senso, pelos acordos coletivos e participação efetiva de tod@s nas mais diversas áreas de abrangência organizacionais. As populações minoritárias e exploradas estão pensando global e agindo local. Lutas internacionais e anacionalistas praticadas utilizando-se da Ação Direta como as manifestações Anticapitalista e Antiglobalização são mais que evidentes vestígios de uma tendência Libertária, onde os povos eliminam as fronteiras imaginárias e manifestam-se pelas mais diversas aspirações e desejos.

O Capital está chegando ao seu "desenvolvimento" máximo, o colapso já mostra suas caras. A própria condição atual leva-nos a participação e reflexão sobre os paradoxos implantados pelo imperialismo mercantil e a ditadura polítita e cultural. Hoje, o horizonte para os Anarquistas e Libertários em geral está se ampliando cada vez mais.

O ideal Libertário, ao contrário do que muitos pensam, jamais morreu e agora mostra em boa hora a sua maior vantagem sobre as demais correntes políticas: sua luta holística, global, ecológica, pelos mais variados temas, não somente no ramo da economia, do trabalho, dos meios de produção; tocam as pessoas porque os valores Libertários mostram-se na teoria e na prática como valores realmente universais, onde todos são um e onde cada um é uma parte do todo. Por um mundo sem fronteiras, por um mundo onde caibam vários mundos, lutemos pela implantação da desordem!

Lucas Fortunato.
aversao.aoestado@nodo50.org
www.nodo50.org/aversaoaoestado



Escrito por Fernando Fernandes às 02:47:25
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